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Diário de Bordo: Granada, ESP (julho, 2014)

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Cheguei a Granada de trem, pela empresa Rail Europe, vinda de Sevilha. A viagem tranquila durou cerca de três horas. Granada é um daqueles lugares tão apaixonantes que te faz arrepender de ter ido embora e deixado-o para trás.
Hospedagem e o Bairro Albaicín
Reservei uma vaga no quarto coletivo feminino do Makuto Hostel . À época, foi 20 euros por noite. O lugar era uma graça, super limpo e com um espaço de socialização delícia com várias redes. O café da manhã era bem fraco, com pão duro e tal, e caso quisesse sucrilhos e iogurte, pagava-se um adicional. Fiquei no basicão mesmo.
O bairro Albaicín é incrível, com jovens circulando o tempo todo, influência árabe tanto na arquitetura quanto na comida. Em todas as ruas, se vê uma homenagem a Carmen e todas as casas são branquinhas. O que me gerou bastante confusão para acertar o caminho pelas vielas do bairro.

 

Bairro de Sacromonte

Logo depois que cheguei ao hostel, soube de um tour que seria feito por uma das funcionárias, uma holandesa que ainda arranhava o espanhol, que iria pelo bairro Albaicín e pelo Sacromonte e assim, me juntei ao grupo. Cometi um daqueles erros crassos e fui de alpargata, escorregando horrores.

O bairro de Sacromonte é marcado pela presença de ciganos, que fizeram muitas das suas casas em cavernas esculpidas nas montanhas. Por ser em um dos pontos mais altos da cidade, é possível ver toda a Granada e ver o palácio de Alhambra ao horizonte.

 

Palácio de Alhambra

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Alhambra é um complexo gigantesco de palácios árabes que foram construídos a partir do século VIII até o XIV, quando a resistência comandada pelas coroas de Aragão e Castela expulsa os árabes da Península Ibérica. No complexo, temos acesso às ruínas e a muitos palácios que devido às restaurações estão impecáveis com seus jardins suntuosos, paredes de mármore branco e arabescos marcantes da caligrafia árabe.

Como sabia que passaria pouquíssimo tempo na cidade, garanti o meu ingresso a Alhambra meses antes da viagem. Apesar de ter dispendido 5 horas caminhando por lá, vi um pouco mais da metade dos espaços e ainda me faltou o museu. Pois, então, vale a pena encarar a caminhada com tempo e tranquilidade. Cuidado para não esquecer do horário marcado no complexo.

 

Flamenco

Infelizmente, não me recordo o nome do lugar que fui. Mas foi uma das apresentações mais autênticas, num espaço que me lembrava uma taverna, escuro e pequeno, próximo a um córrego no bairro de Albaicín.

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